segunda-feira, 2 de julho de 2012

Nós temos a força?

Hoje eu chego no trabalho, aquele que eu tanto elogio aqui (cof, cof) e me deparo com este artigo "Marinha concede 1ª identidade militar a casal gay no Rio" que vocês podem ler na íntegra aqui. Fiquei feliz com a notícia e que bom que mesmo a passos de tartaruga estamos andando. Parabéns ao João e ao Cláudio. Porém, algo me causou indignação: a grande maioria dos comentários deixados abaixo da matéria. Os mais homofóbicos possíveis. Claro que todas as pessoas tem o direito de se manifestar contra ou a favor da questão, vivemos numa democracia, mas incitar o ódio, não! É lamentável ler comentários dizendo que "a sociedade precisa se mobilizar urgente contra o Gayzismo" (oi?) ou tantos outros piores que não vou reproduzir aqui, entretanto uma coisa eu sei: Bolsonaro e sua corja irão continuar existindo durante um longo tempo. Vamos mesmo deixar que isto aconteça?

11 comentários:

Paulo Roberto Figueiredo Braccini . Bratz disse...

sempre acreditarei em dias melhores ... #fato

Cesinha disse...

Fazer o que contra esse povo? Partir pra força? Acho que eles até gostariam. Melhor seguir na mobilização e no aguardo dos novos tempos que chegarão.

Beijos.

Fred disse...

Vão chegar sim. Podemos apostar nisso! Bjs, Serginho!

FOXX disse...

o problema é que estas pessoas acham que devem se manifestar enquanto nós achamos que ficar calado é a melhor resposta, e não é. brigar é necessário sim.

São disse...

Concordo com Cesinha.


Abraço, meu bem.

Margot disse...

Devagar, devagar... desistir... jamais!
Beijos querido

Edilson Cravo disse...

Dias melhores pra sempre...tenhamos calma e fé.
Linda semana querido. Abraços.

ManDrag disse...

De pequenos-grandes passos se vai construindo o caminho justo.

E a cãozuada há-de sempre ir latindo e rosnando...

Beijos

Fred disse...

Tô contigo, meu negro gato: não vi carro algum... hahahahaha! Bjs!

Junnior disse...

Todas as vezes que lia matérias LFBTs em sites jornalísticos de grande repercussão, me deparava com esses comentários infames. Parei de ler e passei a me concentrar nas matérias em si. Certa vez, por causa disso, me desmotivei a manter o IdG. Pra que escrever e tentar diminuir o preconceito se há tantas pessoas estultas? Pensei na época. Mas não podemos ceder à ignorância. Se o País não educa a população (no sentido mais amplo da palavra), temos que fazer a nossa parte.
Bjaum.

Junnior disse...

LGBTs*